Aqueronte (Sobre)

Ana viveu seus 18 anos na capital do Brasil, onde o clima é seco, o céu é bonito e a socialização é subjetiva. Do mundo conheceu suas faces e muito cedo perdeu sua esperança, qual ela luta para reencontrar. Reside no rio Aqueronte, a Garganta do Inferno, onde relutantemente sabe que a travessia não tem volta – e que não escolher é a pior opção. Levemente traumatizada e fortemente medicada tenta superar os dias ruins com um humor duvidoso e uma animação esforçada. Tenta ser uma boa pessoa. Sofre dores que não lhe pertencem. Desiste facilmente. Anda tentando trabalhar em tudo isso.

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